A reconstrução da pirâmide de Zimbar - Duas semanas depois da inauguração.
Zimbar: Bem, foi bom enquanto durou. Eu sabia que aquele sacrifício iria fazer faltam.
Anbato: Mas a culpa foi toda sua, por desrespeitar o rei da Dinamarca.
Zimbar: Minha? Tudo o que eu fiz foi defender a honra de minha esposa. Vai me dizer que esse não é o papel do marido?
Anbato: Mas tudo o que ele fez foi elogiar a jóia que sua esposa usava no pescoço.
Zimbar: Bem, na hora me pareceu outra coisa.
Anbato: E mesmo assim, o senhor precisava matar todos os descendentes dele e urinar em seus cadáveres?
Zimbar: Confesso que eu tinha bebido um pouco demais.
Anbato: Agora o senhor não tem mais reino, não tem mais filhos, não tem mais pirâmide, não tem mais povo e a sua mulher se tornou esposa do rei dinamarquês. Tudo que sobrou foram esses dois cavalos.
Zimbar: Só me resta recomeçar. Vamos vagar pelo deserto em busca de um povo perdido. Vamos surgir heroicamente e prometer muitas coisas que não podemos cumprir.
Anbato: É, como sempre.
Zimbar: Sim, como sempre! E enquanto isso seremos só nós dois. Ah, meu fiel lacaio, o tempo que se seguirá vai ser difícil. Você vai ter que fazer o papel do meu escudeiro, do meu cozinheiro, do meu carregador particular e todas essas coisas. E ouso dizer que nas noites em que a solidão bater você vai ter que fazer o papel de minha esposa.... Anbato para onde você está indo? Volte aqui! Anbato?...... Ah! Droga!
Anbato: Mas a culpa foi toda sua, por desrespeitar o rei da Dinamarca.
Zimbar: Minha? Tudo o que eu fiz foi defender a honra de minha esposa. Vai me dizer que esse não é o papel do marido?
Anbato: Mas tudo o que ele fez foi elogiar a jóia que sua esposa usava no pescoço.
Zimbar: Bem, na hora me pareceu outra coisa.
Anbato: E mesmo assim, o senhor precisava matar todos os descendentes dele e urinar em seus cadáveres?
Zimbar: Confesso que eu tinha bebido um pouco demais.
Anbato: Agora o senhor não tem mais reino, não tem mais filhos, não tem mais pirâmide, não tem mais povo e a sua mulher se tornou esposa do rei dinamarquês. Tudo que sobrou foram esses dois cavalos.
Zimbar: Só me resta recomeçar. Vamos vagar pelo deserto em busca de um povo perdido. Vamos surgir heroicamente e prometer muitas coisas que não podemos cumprir.
Anbato: É, como sempre.
Zimbar: Sim, como sempre! E enquanto isso seremos só nós dois. Ah, meu fiel lacaio, o tempo que se seguirá vai ser difícil. Você vai ter que fazer o papel do meu escudeiro, do meu cozinheiro, do meu carregador particular e todas essas coisas. E ouso dizer que nas noites em que a solidão bater você vai ter que fazer o papel de minha esposa.... Anbato para onde você está indo? Volte aqui! Anbato?...... Ah! Droga!

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