Cara ou coroa
Todas as noites sentava no quintal da sua casa e limpava sua espingarda. Torcia para alguém invadir sua fazenda. Assim ele poderia meter bala no safado. Sua esposa e filha dormiam profundamente enquanto ele treinava tiro ao alvo em garrafas imaginárias. Tudo sem bala, claro. As noites se repetiam como espirais insanas. A insônia já estava lhe deixando completamente louco.
Foi numa daquelas noites de insônia que ele viu uma movimentação no seu celeiro. Uma luz azulada brilhava com uma intensidade alucinante. Com um pouco de medo, Jack Jizzpump carregou sua espingarda e foi até lá. Abriu a porta do celeiro e foi a primeira vez que viu uma festa. Seres disformes se contorciam alucinadamente debaixo da luz. Um silêncio desconfortante pairava no lugar.
Jack olhou diretamente para aquela luz azul e uma música eletrônica começou a tocar dentro da sua cabeça. Seu corpo não obedecia mais suas ordens. Sua cabeça esqueceu de todos os problemas do cotidiano. Sem nem perceber Jack começou a dançar.
A festa seguiu noite adentro e Jack experimentou das coisas mais insanas possíveis. Provou de drogas alienígenas, tomou bebidas sintéticas, deu umas encoxadas em uma mulher azul de cabelos prateados... Enfim, cometeu loucuras que nenhum humano sonhava em cometer.
Quando a festa acabou, pegou o telefone de uma bablequianiana (com quem teve um tórrido romance atrás de um monte de feno) prometendo ligar no dia seguinte. Voltou para casa com um sorriso enorme. Entrou no quarto ainda cambaleando a tempo de ver um homenzinho cinza sair correndo pela janela com as calças na mão. Sua mulher dormia tranquilamente com um sorriso maior do que o seu. Tentou protestar contra aquilo, mas só teve forças para cair no chão e dormir feito um bebê. Sentindo o gosto amargo da folia na garganta.
Foi numa daquelas noites de insônia que ele viu uma movimentação no seu celeiro. Uma luz azulada brilhava com uma intensidade alucinante. Com um pouco de medo, Jack Jizzpump carregou sua espingarda e foi até lá. Abriu a porta do celeiro e foi a primeira vez que viu uma festa. Seres disformes se contorciam alucinadamente debaixo da luz. Um silêncio desconfortante pairava no lugar.
Jack olhou diretamente para aquela luz azul e uma música eletrônica começou a tocar dentro da sua cabeça. Seu corpo não obedecia mais suas ordens. Sua cabeça esqueceu de todos os problemas do cotidiano. Sem nem perceber Jack começou a dançar.
A festa seguiu noite adentro e Jack experimentou das coisas mais insanas possíveis. Provou de drogas alienígenas, tomou bebidas sintéticas, deu umas encoxadas em uma mulher azul de cabelos prateados... Enfim, cometeu loucuras que nenhum humano sonhava em cometer.
Quando a festa acabou, pegou o telefone de uma bablequianiana (com quem teve um tórrido romance atrás de um monte de feno) prometendo ligar no dia seguinte. Voltou para casa com um sorriso enorme. Entrou no quarto ainda cambaleando a tempo de ver um homenzinho cinza sair correndo pela janela com as calças na mão. Sua mulher dormia tranquilamente com um sorriso maior do que o seu. Tentou protestar contra aquilo, mas só teve forças para cair no chão e dormir feito um bebê. Sentindo o gosto amargo da folia na garganta.

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